Já amanheço ...
o dia farto de alvura, ínclito
Antes inundado em negrume do dia
que anoiteço, insólito
À espera de um otimismo
interino
Do ponto de vista de quem tem
medo...
Mas no meu horizonte
é escolha
é em minha vitalidade que
essas ideias aferrolham...
No meu âmago
eu sou régio
A minha esperança
eu balizei como meu projeto...
E os a mim iguais, penso
“que mal há?”
Tem gente que quer é amor
e a rara alacridade do dadivar...
Por Jayme Mathias Netto